O homem entra no supermercado com um pacote de bombons na mão, pergunta se pode adentrar na loja com os bombons e vai para a seção de vinhos. Volta para o caixa com os bombons e duas garrafas de vinho. Pergunta-se: o que ele vai fazer? , esta ligeiramente tenso, será que vai encontrar com a namorada?, será que o vinho e os bombons são artificio para o namoro?, sua camisa esta um pouco amarrotada, será que estava namorando no carro?
Pouco antes tinham entrado na loja duas freiras rindo, será que as freiras tem algum vinculo com ele? Será que ele é padre e veio comprar vinho para tomar na missa e os bombons eram para presentear as freiras?
As freiras também fizeram compras, será que elas compraram leite condensado? Será que o leite condensado era para um pudim ou para algum fetiche com o homem dos bombons?
Será que o homem dos bombons amarrotou a camisa na Kombi das freiras?
O homem estava tenso e as freiras sorrindo, será que ele estava sendo coagido por elas? Será que elas estavam-no obrigando a fazer algo contra seus princípios? , ou estava com medo que não daria conta das duas?
Será que farão algo na igreja ou no convento?, será de dia ou de noite?. Para evitar os barulhos das risadinhas será que vão ligar o som com cantos gregorianos?
Como nunca saberemos o que vai acontecer e não temos coragem de perguntar, só esperamos que não sujem a agua benta, que tomem cuidado com os sinos e que lembrem que o confessionário é muito pequeno e que respeitem o altar.
domingo, 11 de março de 2018
quinta-feira, 8 de março de 2018
Mãe
Janaina extremamente sensibilizada e fragilizada pela recente perda da mãe queria uma crônica espiritualista.....
Virando as folhas do calendário vejo que já estamos em Março, lembro das chuvas de março que vão fechando o verão, e no fim do mês a Sexta-Feira Santa, dia da crucificação e morte de Cristo no Calvário. Logo depois em Abril vem a Pascoa que é a ressureição de Jesus, todas estas datas nos levam à reflexão, depois vem Maio com aquele ventinho frio e o tempo cinza e meu coração se aperta em lembrar que vai chegar o dia das mães, e pela primeira vez na vida, não terei minha mãe junto de mim para eu poder abraçar e desejar um feliz Dia das Mães.
Sinto tristeza e remorso, quando lembro que ela me pediu para desentuba-la para poder beber agua, e a médica a levou para dentro e esta foi a ultima vez que a vi com vida. Se eu tivesse intervido, mas não podia, quando alguém esta sob cuidados médicos não podemos interferir.
Eu queria cuidar dela por toda minha vida, mas Deus quis assim, e só ficou saudade do grande amor da minha vida, minha companheira inseparável, meu exemplo, uma grande guerreira e minha conselheira do dia a dia.
Mas nos resta uma esperança, quando duas almas gêmeas se encontram, isto se repete em outras encarnações, seja como irmãos, mãe e filha, marido e esposa, não importa. Quando no encontrarmos novamente, não nos lembraremos das vidas passadas, mas quando nos olharmos nos olhos saberemos que somos uma alma gêmea da outra.
Peço a Deus que me de forças para eu criar os meus filhos usando seu exemplo e onde ela estiver com certeza não esquecerá do meu amor e continuará me guiando e me dando forças para que nos meus atos e ações eu honre a sua memória.
sábado, 24 de fevereiro de 2018
O Observador
Todo mundo sonha em escolher a placa do carro com as iniciais do seu nome, alguns são mais caprichosos e ousam mais, é o caso de Agnaldo Timóteo que lacrou sua Mercedes em Timóteo MG somente pata ter seu nome completo na placa.
Alguns escolhem o numero da placa igual ao ano de fabricação do carro, isso fica interessante em veículos antigos, ou então seu ano de nascimento, quando se é jovem, rsrsrs, e outros escolhem letras que combinam com o modelo do seu carro, por exemplo BMW e ECO.
Existem placas que são feias, por exemplo DST, o que você lembra quando vê esta placa?, ou então DEI, DOU, que a gente vê muito em motos, mas em compensação um motoboy se sente o tal quando sua placa é FUI.
Você quando anda na cidade, não fica vendo as placas de carros e tentando formar palavras? As vezes fica até uma situação engraçada, por exemplo um carro novo, com a placa DKV, que é nome de um carro fora de linha à muitos anos, ou as que foram proibidas mas a gente vê na rua, por exemplo: GAY, CKH e FDP.
Em São Paulo as placas iniciam em BFA 0001 e vão até GKI 9999, mas em algum estado a gente pode ver as placas KCT e PQP.
Você vê uma placa IML, PVC, EXT que lembra extintor, FTB que lembra futebol, e dai por diante. Algumas situações são tristes né?, por isso não me preocupo em escolher placas e sim evitar placas.
Hoje as placas já vem com um código de barras para identificar a origem das peças e um lacre rastreável, quem sabe futuramente em vez da placa com números e letras, só terá um grande código de barras que será lido pela fiscalização com equipamento adequado?
Uma coisa é certa, quem pagará por tudo isso somos nós, e para quem tem dificuldade de decorar o número do R.G., então imagina decorar um EAN inteirinho?
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
A Mão
Ele estava com a mão direita no bolso, a esquerda não cabia porque estava engessada, e na verdade ele se sentia com a mão atada.
O editor tinha encomendado uma crônica sobre a mão, era mais uma das manias do editor, e ele simplesmente tinha apontado este tema por ver a mão do escritor quebrada e engessada. Era angustiante, poderia escrever uma crônica sobre um chefe de estado mão de ferro, mas talvez este assunto não fosse tão interessante nestes tempos modernos de democracia, hoje um chefe de estado assim estaria na contra mão da historia.
Ele olhava pela janela lá embaixo, uma rua estreita de mão única, seu velho carro comprado de segunda mão, e ele precisando tanto de uma ajuda, e ninguém lhe dava uma mão. Caso sua crônica fosse aceita, o pagamento viria a calhar, seria uma mão na roda, mas ele não tinha uma opinião de terceiros sobre este trabalho, seu editor estava vendo-a em primeira mão.
Ele achava que não ia ser tão difícil, achava que seria bem sucedido, esta ideia o acompanhava há muitos anos, desde que aquela cigana tinha lido sua mão e feito esta previsão.
Há! se fosse famoso, os editores iriam disputa -lo e comeriam em sua mão. Lamentável, o editor saiu da sala com a crônica em uma mão e a outra mão no queixo, parecia desconcertado, na verdade recusou a crônica, e o motivo era bem simples, tinha encomendado uma crônica sobre a mão, e a sua não tinha nem pé, nem cabeça.
O editor tinha encomendado uma crônica sobre a mão, era mais uma das manias do editor, e ele simplesmente tinha apontado este tema por ver a mão do escritor quebrada e engessada. Era angustiante, poderia escrever uma crônica sobre um chefe de estado mão de ferro, mas talvez este assunto não fosse tão interessante nestes tempos modernos de democracia, hoje um chefe de estado assim estaria na contra mão da historia.
Ele olhava pela janela lá embaixo, uma rua estreita de mão única, seu velho carro comprado de segunda mão, e ele precisando tanto de uma ajuda, e ninguém lhe dava uma mão. Caso sua crônica fosse aceita, o pagamento viria a calhar, seria uma mão na roda, mas ele não tinha uma opinião de terceiros sobre este trabalho, seu editor estava vendo-a em primeira mão.
Ele achava que não ia ser tão difícil, achava que seria bem sucedido, esta ideia o acompanhava há muitos anos, desde que aquela cigana tinha lido sua mão e feito esta previsão.
Há! se fosse famoso, os editores iriam disputa -lo e comeriam em sua mão. Lamentável, o editor saiu da sala com a crônica em uma mão e a outra mão no queixo, parecia desconcertado, na verdade recusou a crônica, e o motivo era bem simples, tinha encomendado uma crônica sobre a mão, e a sua não tinha nem pé, nem cabeça.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
O Homem Da Mala
Entrando no Metrô me sentei em frente de um homem que segurava a alça de uma mala ,e não sei porque a mala me chamou tanto a atenção.
Reparei que todas as pessoas usavam bolsas, sacolas, mochilas, mas aquele homem realmente me despertou curiosidade, não pela pessoa dele, mas sim pela mala.
Pode até parecer infantil, mas imaginei como seria bom ser o Clark Kent, o superhomem, e com a visão raio x poder olhar dentro da mala e ver seu conteúdo.
Olhando bem, pelo seu cavanhaque bem que poderia ser um ventríloquo, e dentro da mala com certeza teria um boneco com o queixo móvel, que sentado em sua perna falaria muitas coisas engraçadas, inclusive o conteúdo da mala.
Me deu um frio na espinha quando imaginei que o homem poderia ser um criminoso carregando pedaços de um corpo humano na mala, então olhei atentamente se por acaso em algum canto da mala corria um filete de sangue, não, não corria.
Seria um vendedor ambulante? , quando eu era pequeno ainda no interior, um vendedor cortava o dedo com o canivete, para fazer demonstração do Mercurocromo, e imaginem, ele ficava com todos os dedos vermelhos, naquela época que até o Merthiolate ardia muito, não, este homem da mala não tinha sinais de ferimentos nos dedos.
Quando foi anunciada a próxima estação do metrô, o homem se levantou e eu pensei em não deixa-lo ir sem perguntar o que tinha na mala.
Quando lhe perguntei, ele com seus olhos azuis em um óculos de aros finos me sorriu, virou as costas e se perdeu no meio da multidão que subia a escada rolante. Foi frustrante!
Não sei se alguém me olhava naquele momento, estava aturdido, e com meus botões ainda pude observar que aquela mala estava muito leve, parecia aquelas malas de novela, que os atores vão jogando as roupas dentro sem dobrar, com cabide e tudo, e depois carregam sem um mínimo de esforço, mas talvez a mala poderia ser nova, ele tivesse terminado de comprar , e também não me respondeu por talvez não saber o meu idioma, ser estrangeiro, ou até quem sabe ser surdo e mudo, afinal me deu um sorriso bem simpático.
Não importa, sem ao menos lembrar da fabula de Esopo, "A raposa e as uvas", não queria mesmo saber e não estou nem ai, e o que tem dentro da mala não me interessa.
Reparei que todas as pessoas usavam bolsas, sacolas, mochilas, mas aquele homem realmente me despertou curiosidade, não pela pessoa dele, mas sim pela mala.
Pode até parecer infantil, mas imaginei como seria bom ser o Clark Kent, o superhomem, e com a visão raio x poder olhar dentro da mala e ver seu conteúdo.
Olhando bem, pelo seu cavanhaque bem que poderia ser um ventríloquo, e dentro da mala com certeza teria um boneco com o queixo móvel, que sentado em sua perna falaria muitas coisas engraçadas, inclusive o conteúdo da mala.
Me deu um frio na espinha quando imaginei que o homem poderia ser um criminoso carregando pedaços de um corpo humano na mala, então olhei atentamente se por acaso em algum canto da mala corria um filete de sangue, não, não corria.
Seria um vendedor ambulante? , quando eu era pequeno ainda no interior, um vendedor cortava o dedo com o canivete, para fazer demonstração do Mercurocromo, e imaginem, ele ficava com todos os dedos vermelhos, naquela época que até o Merthiolate ardia muito, não, este homem da mala não tinha sinais de ferimentos nos dedos.
Quando foi anunciada a próxima estação do metrô, o homem se levantou e eu pensei em não deixa-lo ir sem perguntar o que tinha na mala.
Quando lhe perguntei, ele com seus olhos azuis em um óculos de aros finos me sorriu, virou as costas e se perdeu no meio da multidão que subia a escada rolante. Foi frustrante!
Não sei se alguém me olhava naquele momento, estava aturdido, e com meus botões ainda pude observar que aquela mala estava muito leve, parecia aquelas malas de novela, que os atores vão jogando as roupas dentro sem dobrar, com cabide e tudo, e depois carregam sem um mínimo de esforço, mas talvez a mala poderia ser nova, ele tivesse terminado de comprar , e também não me respondeu por talvez não saber o meu idioma, ser estrangeiro, ou até quem sabe ser surdo e mudo, afinal me deu um sorriso bem simpático.
Não importa, sem ao menos lembrar da fabula de Esopo, "A raposa e as uvas", não queria mesmo saber e não estou nem ai, e o que tem dentro da mala não me interessa.
domingo, 11 de fevereiro de 2018
Me visitem em Perdizes
Mas porque batizaram o bairro com o nome de uma ave? Foi porque em 1850 Joaquim Alves criava essa ave em seu quintal onde hoje é o largo Pe. Péricles, e essa ave deu nome ao bairro.
Estamos numa esquina, mas a entrada da loja esta numa rua que é uma subida de mão única, então fiquem atentos ao atravessar a rua porque nela tem uma pista de ciclistas que é de mão dupla.
Se quiser comprar uma revista, em frente tem uma banca de jornal, se quiser fazer uma chave, próximo tem um chaveiro, e se quiser lotérica ou banco fica tudo pertinho. Se você chegar e encontrar cachorros amarrados na porta da loja, isto é muito comum, por semana vem mais de 100 cães na porta da loja, na outra esquina tem uma pet shop, e eles não tem a mesma visitação canina.
Os cães adoram a loja, muitos querem entrar quando seus donos não querem e outros não querem ir embora quando seus donos querem, vão literalmente arrastados.
Estou chamando a atenção sobre os cães, porque sabe-se que eles tem a sensibilidade à flor do pelo, o olfato deles é 40 vezes melhor que o humano e eles tem a possibilidade de ver o mundo espiritual.
Acho a presença dos cães muito significativa porque neste local em 1907 foi fundado um hospício que pertencia ao Dr. Homem de Mello, e se os cães gostam é porque a energia do local é boa, receptiva, mas não se esqueçam que no local já foi um hospício.
Estamos pertinho da PUC, a maior universidade católica do país que contrariando os ditames da própria igreja católica aderiu ao banheiro misto para atender seus alunos e professores, também estamos pertinho do Allianz Parque, onde além de futebol também tem eventos musicais.
Isto sem falar do Shopping Bourbon, do West Plaza, do Teatro Tuca e do Colégio Batista Brasileiro.
Para os amantes da pizza, na rua Diana esta a Leggera Pizza Napoletana, ou na rua Turiassú a Veridiana Pizzaria.
Quando você vier aqui traga dinheiro ou cartão, você vai ficar louco com nossas ofertas, não se esqueça que aqui já foi um hospício.
Estamos numa esquina, mas a entrada da loja esta numa rua que é uma subida de mão única, então fiquem atentos ao atravessar a rua porque nela tem uma pista de ciclistas que é de mão dupla.
Se quiser comprar uma revista, em frente tem uma banca de jornal, se quiser fazer uma chave, próximo tem um chaveiro, e se quiser lotérica ou banco fica tudo pertinho. Se você chegar e encontrar cachorros amarrados na porta da loja, isto é muito comum, por semana vem mais de 100 cães na porta da loja, na outra esquina tem uma pet shop, e eles não tem a mesma visitação canina.
Os cães adoram a loja, muitos querem entrar quando seus donos não querem e outros não querem ir embora quando seus donos querem, vão literalmente arrastados.
Estou chamando a atenção sobre os cães, porque sabe-se que eles tem a sensibilidade à flor do pelo, o olfato deles é 40 vezes melhor que o humano e eles tem a possibilidade de ver o mundo espiritual.
Acho a presença dos cães muito significativa porque neste local em 1907 foi fundado um hospício que pertencia ao Dr. Homem de Mello, e se os cães gostam é porque a energia do local é boa, receptiva, mas não se esqueçam que no local já foi um hospício.
Estamos pertinho da PUC, a maior universidade católica do país que contrariando os ditames da própria igreja católica aderiu ao banheiro misto para atender seus alunos e professores, também estamos pertinho do Allianz Parque, onde além de futebol também tem eventos musicais.
Isto sem falar do Shopping Bourbon, do West Plaza, do Teatro Tuca e do Colégio Batista Brasileiro.
Para os amantes da pizza, na rua Diana esta a Leggera Pizza Napoletana, ou na rua Turiassú a Veridiana Pizzaria.
Quando você vier aqui traga dinheiro ou cartão, você vai ficar louco com nossas ofertas, não se esqueça que aqui já foi um hospício.
sábado, 10 de fevereiro de 2018
A Bala de Hortelã
Quando a psicóloga pegou a senha na fila do banco, percebeu que sua vez iria demorar muito, então para matar o tempo resolveu tomar um suco numa lanchonete próxima, o seu suco preferido:abacaxi com hortelã.
Quando começou a degustar o suco percebeu que o sabor era uma pouco estranho, e também tinha uns cristaizinhos flutuando. Perguntando para o atendente o que significava aquilo, ele explicou que naquele suco usavam bater uma bala de hortelã com abacaxi.
Chegando na clinica onde trabalhava comentou com os colegas que estava se sentindo lesada, enganada, ludibriada,porque esperava no seu suco além do sabor especial, o beneficio digestivo e nutricional, onde uma colega comentou que era assim mesmo, tudo modernizou em função da praticidade, inclusive na cantina da clinica, serviam feijoada com caipirinha de Tang limão.
O colega cirurgião plástico, cheio de trejeitos efeminados e cheio de exageros disse: lesado fui eu, que quando fui examinar a paciente e lhe pedi para tirar a roupa, inclusive os brincos para um procedimento cirúrgico, vi-a tirar a peruca, os cílios postiços, as unhas postiças, a dentadura, o sutiã com bojo, a calcinha com enchimento, o sapato de salto, e um olho de vidro, então imaginei como seria difícil começar a consertar aquela mandruvá branca.
E mais, a paciente disse que estava sem convenio e se poderia pagar com cheque para o mês seguinte, então considerei, pensei na prestação da viagem para Paris, na prestação do iate, e disse: sim! faço isso porque a senhora tem um bela alma.
E não é que passado o mês, o cheque voltou sem fundos e quando fui cobrar a mandruvá branca, ela me perguntou quantas pessoas eu já tinha enganado modificando caras cheias de rugas e siliconado pelancas caídas transformando verdadeiros trifubus em misses?
Mas a vida é assim mesmo, vamos enganando para sobreviver, então te convido para tomar um refrigerante na cantina da clinica, eu pago uma Fanta laranja, e agora você não vai ser lesada, enganada, ludibriada, afinal na garrafa de refrigerante a informação é bem clara: contem 1% de suco de laranja! kkkkkkkk
Quando começou a degustar o suco percebeu que o sabor era uma pouco estranho, e também tinha uns cristaizinhos flutuando. Perguntando para o atendente o que significava aquilo, ele explicou que naquele suco usavam bater uma bala de hortelã com abacaxi.
Chegando na clinica onde trabalhava comentou com os colegas que estava se sentindo lesada, enganada, ludibriada,porque esperava no seu suco além do sabor especial, o beneficio digestivo e nutricional, onde uma colega comentou que era assim mesmo, tudo modernizou em função da praticidade, inclusive na cantina da clinica, serviam feijoada com caipirinha de Tang limão.
O colega cirurgião plástico, cheio de trejeitos efeminados e cheio de exageros disse: lesado fui eu, que quando fui examinar a paciente e lhe pedi para tirar a roupa, inclusive os brincos para um procedimento cirúrgico, vi-a tirar a peruca, os cílios postiços, as unhas postiças, a dentadura, o sutiã com bojo, a calcinha com enchimento, o sapato de salto, e um olho de vidro, então imaginei como seria difícil começar a consertar aquela mandruvá branca.
E mais, a paciente disse que estava sem convenio e se poderia pagar com cheque para o mês seguinte, então considerei, pensei na prestação da viagem para Paris, na prestação do iate, e disse: sim! faço isso porque a senhora tem um bela alma.
E não é que passado o mês, o cheque voltou sem fundos e quando fui cobrar a mandruvá branca, ela me perguntou quantas pessoas eu já tinha enganado modificando caras cheias de rugas e siliconado pelancas caídas transformando verdadeiros trifubus em misses?
Mas a vida é assim mesmo, vamos enganando para sobreviver, então te convido para tomar um refrigerante na cantina da clinica, eu pago uma Fanta laranja, e agora você não vai ser lesada, enganada, ludibriada, afinal na garrafa de refrigerante a informação é bem clara: contem 1% de suco de laranja! kkkkkkkk
Assinar:
Postagens (Atom)