Entrando no Metrô me sentei em frente de um homem que segurava a alça de uma mala ,e não sei porque a mala me chamou tanto a atenção.
Reparei que todas as pessoas usavam bolsas, sacolas, mochilas, mas aquele homem realmente me despertou curiosidade, não pela pessoa dele, mas sim pela mala.
Pode até parecer infantil, mas imaginei como seria bom ser o Clark Kent, o superhomem, e com a visão raio x poder olhar dentro da mala e ver seu conteúdo.
Olhando bem, pelo seu cavanhaque bem que poderia ser um ventríloquo, e dentro da mala com certeza teria um boneco com o queixo móvel, que sentado em sua perna falaria muitas coisas engraçadas, inclusive o conteúdo da mala.
Me deu um frio na espinha quando imaginei que o homem poderia ser um criminoso carregando pedaços de um corpo humano na mala, então olhei atentamente se por acaso em algum canto da mala corria um filete de sangue, não, não corria.
Seria um vendedor ambulante? , quando eu era pequeno ainda no interior, um vendedor cortava o dedo com o canivete, para fazer demonstração do Mercurocromo, e imaginem, ele ficava com todos os dedos vermelhos, naquela época que até o Merthiolate ardia muito, não, este homem da mala não tinha sinais de ferimentos nos dedos.
Quando foi anunciada a próxima estação do metrô, o homem se levantou e eu pensei em não deixa-lo ir sem perguntar o que tinha na mala.
Quando lhe perguntei, ele com seus olhos azuis em um óculos de aros finos me sorriu, virou as costas e se perdeu no meio da multidão que subia a escada rolante. Foi frustrante!
Não sei se alguém me olhava naquele momento, estava aturdido, e com meus botões ainda pude observar que aquela mala estava muito leve, parecia aquelas malas de novela, que os atores vão jogando as roupas dentro sem dobrar, com cabide e tudo, e depois carregam sem um mínimo de esforço, mas talvez a mala poderia ser nova, ele tivesse terminado de comprar , e também não me respondeu por talvez não saber o meu idioma, ser estrangeiro, ou até quem sabe ser surdo e mudo, afinal me deu um sorriso bem simpático.
Não importa, sem ao menos lembrar da fabula de Esopo, "A raposa e as uvas", não queria mesmo saber e não estou nem ai, e o que tem dentro da mala não me interessa.
terça-feira, 13 de fevereiro de 2018
domingo, 11 de fevereiro de 2018
Me visitem em Perdizes
Mas porque batizaram o bairro com o nome de uma ave? Foi porque em 1850 Joaquim Alves criava essa ave em seu quintal onde hoje é o largo Pe. Péricles, e essa ave deu nome ao bairro.
Estamos numa esquina, mas a entrada da loja esta numa rua que é uma subida de mão única, então fiquem atentos ao atravessar a rua porque nela tem uma pista de ciclistas que é de mão dupla.
Se quiser comprar uma revista, em frente tem uma banca de jornal, se quiser fazer uma chave, próximo tem um chaveiro, e se quiser lotérica ou banco fica tudo pertinho. Se você chegar e encontrar cachorros amarrados na porta da loja, isto é muito comum, por semana vem mais de 100 cães na porta da loja, na outra esquina tem uma pet shop, e eles não tem a mesma visitação canina.
Os cães adoram a loja, muitos querem entrar quando seus donos não querem e outros não querem ir embora quando seus donos querem, vão literalmente arrastados.
Estou chamando a atenção sobre os cães, porque sabe-se que eles tem a sensibilidade à flor do pelo, o olfato deles é 40 vezes melhor que o humano e eles tem a possibilidade de ver o mundo espiritual.
Acho a presença dos cães muito significativa porque neste local em 1907 foi fundado um hospício que pertencia ao Dr. Homem de Mello, e se os cães gostam é porque a energia do local é boa, receptiva, mas não se esqueçam que no local já foi um hospício.
Estamos pertinho da PUC, a maior universidade católica do país que contrariando os ditames da própria igreja católica aderiu ao banheiro misto para atender seus alunos e professores, também estamos pertinho do Allianz Parque, onde além de futebol também tem eventos musicais.
Isto sem falar do Shopping Bourbon, do West Plaza, do Teatro Tuca e do Colégio Batista Brasileiro.
Para os amantes da pizza, na rua Diana esta a Leggera Pizza Napoletana, ou na rua Turiassú a Veridiana Pizzaria.
Quando você vier aqui traga dinheiro ou cartão, você vai ficar louco com nossas ofertas, não se esqueça que aqui já foi um hospício.
Estamos numa esquina, mas a entrada da loja esta numa rua que é uma subida de mão única, então fiquem atentos ao atravessar a rua porque nela tem uma pista de ciclistas que é de mão dupla.
Se quiser comprar uma revista, em frente tem uma banca de jornal, se quiser fazer uma chave, próximo tem um chaveiro, e se quiser lotérica ou banco fica tudo pertinho. Se você chegar e encontrar cachorros amarrados na porta da loja, isto é muito comum, por semana vem mais de 100 cães na porta da loja, na outra esquina tem uma pet shop, e eles não tem a mesma visitação canina.
Os cães adoram a loja, muitos querem entrar quando seus donos não querem e outros não querem ir embora quando seus donos querem, vão literalmente arrastados.
Estou chamando a atenção sobre os cães, porque sabe-se que eles tem a sensibilidade à flor do pelo, o olfato deles é 40 vezes melhor que o humano e eles tem a possibilidade de ver o mundo espiritual.
Acho a presença dos cães muito significativa porque neste local em 1907 foi fundado um hospício que pertencia ao Dr. Homem de Mello, e se os cães gostam é porque a energia do local é boa, receptiva, mas não se esqueçam que no local já foi um hospício.
Estamos pertinho da PUC, a maior universidade católica do país que contrariando os ditames da própria igreja católica aderiu ao banheiro misto para atender seus alunos e professores, também estamos pertinho do Allianz Parque, onde além de futebol também tem eventos musicais.
Isto sem falar do Shopping Bourbon, do West Plaza, do Teatro Tuca e do Colégio Batista Brasileiro.
Para os amantes da pizza, na rua Diana esta a Leggera Pizza Napoletana, ou na rua Turiassú a Veridiana Pizzaria.
Quando você vier aqui traga dinheiro ou cartão, você vai ficar louco com nossas ofertas, não se esqueça que aqui já foi um hospício.
sábado, 10 de fevereiro de 2018
A Bala de Hortelã
Quando a psicóloga pegou a senha na fila do banco, percebeu que sua vez iria demorar muito, então para matar o tempo resolveu tomar um suco numa lanchonete próxima, o seu suco preferido:abacaxi com hortelã.
Quando começou a degustar o suco percebeu que o sabor era uma pouco estranho, e também tinha uns cristaizinhos flutuando. Perguntando para o atendente o que significava aquilo, ele explicou que naquele suco usavam bater uma bala de hortelã com abacaxi.
Chegando na clinica onde trabalhava comentou com os colegas que estava se sentindo lesada, enganada, ludibriada,porque esperava no seu suco além do sabor especial, o beneficio digestivo e nutricional, onde uma colega comentou que era assim mesmo, tudo modernizou em função da praticidade, inclusive na cantina da clinica, serviam feijoada com caipirinha de Tang limão.
O colega cirurgião plástico, cheio de trejeitos efeminados e cheio de exageros disse: lesado fui eu, que quando fui examinar a paciente e lhe pedi para tirar a roupa, inclusive os brincos para um procedimento cirúrgico, vi-a tirar a peruca, os cílios postiços, as unhas postiças, a dentadura, o sutiã com bojo, a calcinha com enchimento, o sapato de salto, e um olho de vidro, então imaginei como seria difícil começar a consertar aquela mandruvá branca.
E mais, a paciente disse que estava sem convenio e se poderia pagar com cheque para o mês seguinte, então considerei, pensei na prestação da viagem para Paris, na prestação do iate, e disse: sim! faço isso porque a senhora tem um bela alma.
E não é que passado o mês, o cheque voltou sem fundos e quando fui cobrar a mandruvá branca, ela me perguntou quantas pessoas eu já tinha enganado modificando caras cheias de rugas e siliconado pelancas caídas transformando verdadeiros trifubus em misses?
Mas a vida é assim mesmo, vamos enganando para sobreviver, então te convido para tomar um refrigerante na cantina da clinica, eu pago uma Fanta laranja, e agora você não vai ser lesada, enganada, ludibriada, afinal na garrafa de refrigerante a informação é bem clara: contem 1% de suco de laranja! kkkkkkkk
Quando começou a degustar o suco percebeu que o sabor era uma pouco estranho, e também tinha uns cristaizinhos flutuando. Perguntando para o atendente o que significava aquilo, ele explicou que naquele suco usavam bater uma bala de hortelã com abacaxi.
Chegando na clinica onde trabalhava comentou com os colegas que estava se sentindo lesada, enganada, ludibriada,porque esperava no seu suco além do sabor especial, o beneficio digestivo e nutricional, onde uma colega comentou que era assim mesmo, tudo modernizou em função da praticidade, inclusive na cantina da clinica, serviam feijoada com caipirinha de Tang limão.
O colega cirurgião plástico, cheio de trejeitos efeminados e cheio de exageros disse: lesado fui eu, que quando fui examinar a paciente e lhe pedi para tirar a roupa, inclusive os brincos para um procedimento cirúrgico, vi-a tirar a peruca, os cílios postiços, as unhas postiças, a dentadura, o sutiã com bojo, a calcinha com enchimento, o sapato de salto, e um olho de vidro, então imaginei como seria difícil começar a consertar aquela mandruvá branca.
E mais, a paciente disse que estava sem convenio e se poderia pagar com cheque para o mês seguinte, então considerei, pensei na prestação da viagem para Paris, na prestação do iate, e disse: sim! faço isso porque a senhora tem um bela alma.
E não é que passado o mês, o cheque voltou sem fundos e quando fui cobrar a mandruvá branca, ela me perguntou quantas pessoas eu já tinha enganado modificando caras cheias de rugas e siliconado pelancas caídas transformando verdadeiros trifubus em misses?
Mas a vida é assim mesmo, vamos enganando para sobreviver, então te convido para tomar um refrigerante na cantina da clinica, eu pago uma Fanta laranja, e agora você não vai ser lesada, enganada, ludibriada, afinal na garrafa de refrigerante a informação é bem clara: contem 1% de suco de laranja! kkkkkkkk
quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018
Reflexões Malufistas
Quem foi que fez a Rodovia Ayrton Senna?
-Paulo Maluf.
Quem fez a Rodoviária Tietê?
-Paulo Maluf.
Quem fez o Aeroporto de Cumbica?
-Paulo Maluf.
Quem fez o Instituto do Coração?
-Paulo Maluf.
Quem pintou a pintinha na perna da Angélica?
-Paulo Maluf.
Realmente isto virou uma brincadeira nacional, e minha família e eu constantemente lembrávamos desta gozação quando em viagem víamos algum ponto turístico interessante. Quando admirávamos uma bela cachoeira minha esposa vinha logo com a pergunta:-Quem fez esta belíssima cachoeira? , e a resposta do outro ou das crianças era automática;-Paulo Maluf.
Em nossa última viagem, depois de andar mais de 1.500 quilômetros em direção ao centro do país, comentei com minha esposa:-Nossa, nunca vi tanto mato em minha vida; e ela mais que depressa perguntou:-Quem foi que plantou todos esses matinhos? e minha filha mais velha respondeu de sopetão:-Paulo Maluf.
Todos rimos e depois no silencio da viagem comecei a refletir sobre a grandeza do criador em plantar pé por pé de mato, empilhar as pedras para fazer as montanhas e cavar o chão para fazer os rios.
Assim constatamos sua genialidade em não esquecer cada detalhe e em contrapartida nossa ignorância em não enxergar nossa pequenez.
Imaginei Paulo Maluf ouvindo nossas palavras e lendo nossos pensamentos e sendo religioso como sabe-se que o é, provavelmente estas seriam suas palavras: -Deus com toda sua obra e todos os seus caprichos nos mostrou realmente ser muito COMPETENTE e não desmerecendo nada, eu lhes pergunto: Vocês sabem quem foi que rezou para Deus?.....Paulo Maluf
Vejam abaixo a resposta de Paulo Maluf
PAULO MALUF
São Paulo, 10 de novembro de 1992
À
José Dias Hilário
R.Marques de Lages, 1532 Ap. 102 bl. 10
04162-001 São Paulo SP
Ref. - protocolo numero 039-018865
Prezado Amigo
Recebi sua amável carta, que muito me sensibilizou.
Fico realmente muito feliz quando vejo que de todos os lugares dessa nossa querida cidade chegam mensagens como a sua. É isso que me dá coragem de continuar nessa luta, com o sacrifício da minha vida pessoal, mas com a certeza de que juntos vamos mudar o que de errado esta acontecendo.
O seu apoio e carinho me dão a força necessária para chegar a vitória, que não será minha, mas sua e de todo o povo de São Paulo.
Sua carta foi registrada nos meus arquivos, sob número de protocolo acima.
Pode contar comigo, como tenho a certeza de que posso contar com você.;
Muito obrigado e abraços do amigo,
PAULO MALUF
assinatura
-Paulo Maluf.
Quem fez a Rodoviária Tietê?
-Paulo Maluf.
Quem fez o Aeroporto de Cumbica?
-Paulo Maluf.
Quem fez o Instituto do Coração?
-Paulo Maluf.
Quem pintou a pintinha na perna da Angélica?
-Paulo Maluf.
Realmente isto virou uma brincadeira nacional, e minha família e eu constantemente lembrávamos desta gozação quando em viagem víamos algum ponto turístico interessante. Quando admirávamos uma bela cachoeira minha esposa vinha logo com a pergunta:-Quem fez esta belíssima cachoeira? , e a resposta do outro ou das crianças era automática;-Paulo Maluf.
Em nossa última viagem, depois de andar mais de 1.500 quilômetros em direção ao centro do país, comentei com minha esposa:-Nossa, nunca vi tanto mato em minha vida; e ela mais que depressa perguntou:-Quem foi que plantou todos esses matinhos? e minha filha mais velha respondeu de sopetão:-Paulo Maluf.
Todos rimos e depois no silencio da viagem comecei a refletir sobre a grandeza do criador em plantar pé por pé de mato, empilhar as pedras para fazer as montanhas e cavar o chão para fazer os rios.
Assim constatamos sua genialidade em não esquecer cada detalhe e em contrapartida nossa ignorância em não enxergar nossa pequenez.
Imaginei Paulo Maluf ouvindo nossas palavras e lendo nossos pensamentos e sendo religioso como sabe-se que o é, provavelmente estas seriam suas palavras: -Deus com toda sua obra e todos os seus caprichos nos mostrou realmente ser muito COMPETENTE e não desmerecendo nada, eu lhes pergunto: Vocês sabem quem foi que rezou para Deus?.....Paulo Maluf
Vejam abaixo a resposta de Paulo Maluf
PAULO MALUF
São Paulo, 10 de novembro de 1992
À
José Dias Hilário
R.Marques de Lages, 1532 Ap. 102 bl. 10
04162-001 São Paulo SP
Ref. - protocolo numero 039-018865
Prezado Amigo
Recebi sua amável carta, que muito me sensibilizou.
Fico realmente muito feliz quando vejo que de todos os lugares dessa nossa querida cidade chegam mensagens como a sua. É isso que me dá coragem de continuar nessa luta, com o sacrifício da minha vida pessoal, mas com a certeza de que juntos vamos mudar o que de errado esta acontecendo.
O seu apoio e carinho me dão a força necessária para chegar a vitória, que não será minha, mas sua e de todo o povo de São Paulo.
Sua carta foi registrada nos meus arquivos, sob número de protocolo acima.
Pode contar comigo, como tenho a certeza de que posso contar com você.;
Muito obrigado e abraços do amigo,
PAULO MALUF
assinatura
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
A Força Das Circunstancias
Vinte anos de união, uma união fria que ainda sobrevivia por causa das circunstancias, haviam os filhos que até então tinham servido de ancora entre o casal.
Um dia ele vai embora sem ao menos dizer adeus, os filhos sentiram, afinal era o pai, mas agora o alivio era muito grande, acabaram as brigas naquela casa, agora não tinha mais bebedeiras e nem louças quebradas, a paz reinava absoluta.
Dois anos depois ele aparece no serviço dela e através de uma amiga dela manda avisar que a aguardava na entrada para conversarem, ela surpresa diz:-Meu marido no portão? e completa:-e eu ainda tenho marido?
Ele com a cara lambida perguntava das crianças e afirmava que tinha voltado por estar com saudade de todos. Ela lembrou os vinte anos de sofrimento e categoricamente disse não. Enquanto ele tentava explicar onde andara e o que fazia e porque tinha voltado, ela começou a pensar nas despesas da casa, o aluguel estava tão caro, conta de luz e agua nem se fala, e se fosse dividido por dois seria um alivio.
Ai ela disse:- Esta bom, pode voltar, mas não se esqueça que é só por causa das crianças!
Um dia ele vai embora sem ao menos dizer adeus, os filhos sentiram, afinal era o pai, mas agora o alivio era muito grande, acabaram as brigas naquela casa, agora não tinha mais bebedeiras e nem louças quebradas, a paz reinava absoluta.
Dois anos depois ele aparece no serviço dela e através de uma amiga dela manda avisar que a aguardava na entrada para conversarem, ela surpresa diz:-Meu marido no portão? e completa:-e eu ainda tenho marido?
Ele com a cara lambida perguntava das crianças e afirmava que tinha voltado por estar com saudade de todos. Ela lembrou os vinte anos de sofrimento e categoricamente disse não. Enquanto ele tentava explicar onde andara e o que fazia e porque tinha voltado, ela começou a pensar nas despesas da casa, o aluguel estava tão caro, conta de luz e agua nem se fala, e se fosse dividido por dois seria um alivio.
Ai ela disse:- Esta bom, pode voltar, mas não se esqueça que é só por causa das crianças!
sábado, 27 de janeiro de 2018
Cai o Pano
Cai o pano e termina o espetáculo, mas como assim? Se o espetáculo nem começou! É terrível a falta de inspiração; vinha pela avenida pensando no que poderia escrever, a garoa caia, o dia amanhecia encoberto, ninguém corria, nem parecia São Paulo, acho que todo mundo estava perdido em seus pensamentos.
Há dias vinha pedindo a meu anjo da guarda que me desse uma ideia sobre o que escrever, mas nada vinha, imaginava Thomas Edison dizendo que pegava as ideias no ar, e eu pulava e pulava e nenhuma ideia aparecia para eu pegar. As ideias andam no ar, assim é que grandes ideias acontecem em diversos pontos do planeta ao mesmo tempo, foi assim com a ideia de Santos Dumont de fazer o avião e nos Estados Unidos os irmãos Wright tiveram a mesma ideia. Disse um conhecido meu que é como se fosse uma mediunidade, somos simplesmente inspirados, e inspirados criamos.
Atravessando a rua o açougueiro com o celular no ouvido me sorriu e disse sua palavra-chave: sucesso!, e pelo menos é uma ideia positiva, tem boa vibração.
Quando a ideia vem, costuma vir em turbilhões, ela ferve na cabeça, as frases vão se formando e não se apagam mais, e eu só imaginava "Cai o Pano". Eu sei que tudo para começar tem que acabar primeiro, é uma lei natural, da vida. Cai o pano é uma frase muito reflexiva, você para, pensa, e é como uma cerimonia, um ato, um respirar profundo.
Um café é oferecido, e há quem diga que aceita o café porque as mãos de quem serve são abençoadas, que mentira, o café é oferecido com bom gosto, logico, mas o elogio representa a preguiça de pegar na garrafa térmica. Todos riem, é muito bom rir.
Tomando o café ele me oferece uma muda de castanha, não sabe dizer o nome da castanha, mas diz que é uma castanha muito gostosa, parece uma avelã. Eu observo que ele tem mão boa para plantar mudas, mas também observo que tem preguiça de pegar um copinho de café.
Largo o computador e vou dar uma volta, quem sabe pego algo mais no ar. Esta um dia estranho, como é sábado emendado no feriado esta um dia preguiçoso, além de fresco e encoberto
Todos fazem suas obrigações, a vida continua seguindo seu fluxo normal, o radio toca um musica preguiçosa, e cai o pano, o pano tem que cair para terminar o espetáculo, e só começa um espetáculo quando termina outro, somente quando cai o pano.
Há dias vinha pedindo a meu anjo da guarda que me desse uma ideia sobre o que escrever, mas nada vinha, imaginava Thomas Edison dizendo que pegava as ideias no ar, e eu pulava e pulava e nenhuma ideia aparecia para eu pegar. As ideias andam no ar, assim é que grandes ideias acontecem em diversos pontos do planeta ao mesmo tempo, foi assim com a ideia de Santos Dumont de fazer o avião e nos Estados Unidos os irmãos Wright tiveram a mesma ideia. Disse um conhecido meu que é como se fosse uma mediunidade, somos simplesmente inspirados, e inspirados criamos.
Atravessando a rua o açougueiro com o celular no ouvido me sorriu e disse sua palavra-chave: sucesso!, e pelo menos é uma ideia positiva, tem boa vibração.
Quando a ideia vem, costuma vir em turbilhões, ela ferve na cabeça, as frases vão se formando e não se apagam mais, e eu só imaginava "Cai o Pano". Eu sei que tudo para começar tem que acabar primeiro, é uma lei natural, da vida. Cai o pano é uma frase muito reflexiva, você para, pensa, e é como uma cerimonia, um ato, um respirar profundo.
Um café é oferecido, e há quem diga que aceita o café porque as mãos de quem serve são abençoadas, que mentira, o café é oferecido com bom gosto, logico, mas o elogio representa a preguiça de pegar na garrafa térmica. Todos riem, é muito bom rir.
Tomando o café ele me oferece uma muda de castanha, não sabe dizer o nome da castanha, mas diz que é uma castanha muito gostosa, parece uma avelã. Eu observo que ele tem mão boa para plantar mudas, mas também observo que tem preguiça de pegar um copinho de café.
Largo o computador e vou dar uma volta, quem sabe pego algo mais no ar. Esta um dia estranho, como é sábado emendado no feriado esta um dia preguiçoso, além de fresco e encoberto
Todos fazem suas obrigações, a vida continua seguindo seu fluxo normal, o radio toca um musica preguiçosa, e cai o pano, o pano tem que cair para terminar o espetáculo, e só começa um espetáculo quando termina outro, somente quando cai o pano.
quinta-feira, 25 de janeiro de 2018
Declaração de Amor
Se a moça do café não demorasse tanto
Pra me dar o troco
Se eu não tivesse discutido na calçada
Com aquele cara louco
E ó que eu nem sou de rolo
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Seu eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó que eu não sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Ai eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Luan Santana, cantor e compositor, fez essa música para seu público de jovens e adolescentes, mas ela é de grande maturidade e profundidade, e isso aconteceu comigo quando conheci a Irani cruzando a Praça João Mendes. Quando temos boas intenções, o universo conspira a nosso favor, e se eu tivesse adiantado ou atrasado cinco minutos, não teríamos nos encontrado e com certeza nossos destinos seriam outros.
Hoje, completamos 35 anos de casados, juramos no altar, como diz meu irmão Sergio, todos aqueles breguessos, e, entre tormentas e bonanças, vamos vivendo, tormentas para nosso amadurecimento e bonanças para nosso regozijo.
Temos duas filhas, as duas estudaram em faculdades públicas, a Adriana hoje é Diretora Executiva na CFA Society Brazil e a Mariana é Médica Veterinária na Clínica Veterinária Zooland, o que muito nos orgulha e, pela lei de causa e efeito, com certeza merecemos, pois foi resultado das sementes que plantamos, mas que fique bem claro, quem cuidou, regou e zelou foi muito mais a Irani do que eu.
Tem mulheres que destroem homens, exigem deles o que eles não podem dar, e têm mulheres que juntam as forças e ajudam o homem a crescer, assim é ela, humilde e de caráter, que mesmo nos meus erros não se vinga, dá amor.
Temos uma casa, uma chácara, um carro e uma moto, temos dois cães e um gato, isso construímos juntos e com muito mérito dela.
Nossa música eleita à anos é aquela do Vinícius de Morais, "Eu Sei Que Vou Te Amar"
Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
E cada despedida, eu vou te amar
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer
Que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua, eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
Concluindo, já que o universo conspirou a nosso favor uma vez, só peço que nos permita mais 35 anos juntos, e depois como temos o WhatsApp um do outro, pode deixar que combinamos de nos encontrar em outra dimensão.
Pra me dar o troco
Se eu não tivesse discutido na calçada
Com aquele cara louco
E ó que eu nem sou de rolo
Se eu não tivesse atravessado
Aquela hora no sinal vermelho
Seu eu não parasse bem na hora do almoço
Pra cortar o cabelo
E ó que eu não sou vaidoso
Eu não teria te encontrado
Eu não teria me apaixonado
Mas aconteceu
Foi mais forte que eu e você
Ai eu disse
Quer que eu faça um café?
Ou faça minha vida
Se encaixar na sua?
Aqui mesmo na rua
Era pra ser agora
Quando é pra acontecer
Tem dia, lugar e tem hora
Luan Santana, cantor e compositor, fez essa música para seu público de jovens e adolescentes, mas ela é de grande maturidade e profundidade, e isso aconteceu comigo quando conheci a Irani cruzando a Praça João Mendes. Quando temos boas intenções, o universo conspira a nosso favor, e se eu tivesse adiantado ou atrasado cinco minutos, não teríamos nos encontrado e com certeza nossos destinos seriam outros.
Hoje, completamos 35 anos de casados, juramos no altar, como diz meu irmão Sergio, todos aqueles breguessos, e, entre tormentas e bonanças, vamos vivendo, tormentas para nosso amadurecimento e bonanças para nosso regozijo.
Temos duas filhas, as duas estudaram em faculdades públicas, a Adriana hoje é Diretora Executiva na CFA Society Brazil e a Mariana é Médica Veterinária na Clínica Veterinária Zooland, o que muito nos orgulha e, pela lei de causa e efeito, com certeza merecemos, pois foi resultado das sementes que plantamos, mas que fique bem claro, quem cuidou, regou e zelou foi muito mais a Irani do que eu.
Tem mulheres que destroem homens, exigem deles o que eles não podem dar, e têm mulheres que juntam as forças e ajudam o homem a crescer, assim é ela, humilde e de caráter, que mesmo nos meus erros não se vinga, dá amor.
Temos uma casa, uma chácara, um carro e uma moto, temos dois cães e um gato, isso construímos juntos e com muito mérito dela.
Nossa música eleita à anos é aquela do Vinícius de Morais, "Eu Sei Que Vou Te Amar"
Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
E cada despedida, eu vou te amar
Desesperadamente
Eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Pra te dizer
Que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua, eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta tua ausência me causou
Eu sei que vou sofrer
A eterna desventura de viver
À espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
Concluindo, já que o universo conspirou a nosso favor uma vez, só peço que nos permita mais 35 anos juntos, e depois como temos o WhatsApp um do outro, pode deixar que combinamos de nos encontrar em outra dimensão.
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