sábado, 13 de maio de 2023

Alexandre, o grande

 Calvo, 53 anos, óculos de lentes grossas, olhos vivos, atentos, espirituoso, longos anos trabalhando em um banco, assim foi moldado a ser educado e atencioso com os clientes.

Agora num supermercado, é reconhecido constantemente por clientes que o viam no banco e comprimentam-no com alegria e bom humor.

Aborda os clientes na porta do supermercado, oferece um carrinho ou uma cestinha, pede para guardarem seus pacotes no guarda-volumes, vaporiza álcool nas mãos dos clientes sempre brincando e sendo agradável.

Odeia os ladrões que passam na rua, principalmente perto do metrô, roubando celulares e bolsas de transeuntes, dizendo brincando para quem esta a seu lado, que gostaria de ter uma arma na mão, um revólver, uma espingarda, uma metralhadora, uma bazuca, e por último um canhão, e sabemos que é tudo balela, não consegue matar nem uma mosca.

Aproveita sempre as ofertas das cervejas, não tem preferência por marcas, diz que seu cachorro bebe qualquer uma, o importante é o preço, seu cachorro é muito econômico.

Adora plantas, sempre traz ou leva mudas, que planta onde pode, e para servir os ladrões, diz que tem que ser plantas com  muitos espinhos, de preferência cactos mortíferos.

A mendiga que pede esmolas perto da loja disse que queria saber o seu nome, porque acha ele um gato, e acho que é por isso que ele finge que vai dar um safanão em alguém, recua, e diz que seu ombro esta caído, e na semana que vem vai no veterinário.

Todos o estimam pelo seu bom astral, e andando na loja faz seu trabalho com verdadeiros olhos de águia, e quando olha pela janela do elevador para verificar se está tudo bem, uma cliente curiosa chega perto esticando o pescoço e pergunta:- O quem tem ai? e ele muito sério responde com honestidade:- O elevador!

terça-feira, 4 de abril de 2023

Benedito Policarpo

Nossa estória começa em Março de 1951, e como era o ano 51, seu Jovino e dona Aparecida tiveram uma boa ideia, e nove meses depois nasceu um lindo rebento que recebeu o nome Benedito Policarpo.O rebento era muito bonito, e quem falou foi a dona Aparecida, e vocês sabem né, que mãe não mente. 

Ele era a alegria dos pais, e foi crescendo e era muito engraçadinho, vivia pedindo bananinha e paçoquinha, e falava dando ênfase aos "enes". 

Depois vamos encontrá-lo aos 70 anos trabalhando numa boa empresa da mesma idade dele, onde sua função é separar e classificar mercadorias sem condições de venda.

Mas não chamem-no de tiozinho ou velhinho, pelo contrario, é um tigrão de 70 anos com corpinho de 40, barriga tanquinho e corte de cabelo igual do Bart Simpson. Também é atleta, faz trekking na av. Sumaré e levanta peso no fundo do refeitório.

Dizem alguns que ele foi para Buenos Aires fazer um curso de churrasco para poder fazer festa para os amigos, e é muito querido por todos que o chamam de Benê ou simplesmente Bê.

Quando queimou o ventilador de sua sala que é muito quente e abafada, reclamou, e foi colocado um ventilador gigante, que quando ele liga no máximo tem que usar cinto de segurança para não voar.

É pau para toda obra, faz serviços de carpinteiro e conserta carrinhos de supermercado, além lógico de ser padrinho da nossa mascote Luna, e tem a maior virtude que um ser humano pode ter, é humilde, simples, e de bom astral, e nunca foi visto de cara feia.

Ultimamente anda alimentando os pássaros que vem no estacionamento, e perguntado se gostava dos sabiás, periquitos e rolinhas, disse que adorava, e seu maior sonho seria voar como eles, mas logo, logo, seu sonho seria realizado.

Como todos olharam espantados para ele, ele explicou que estava fazendo um curso de voo em paraglider em Boituva, e logo seria diplomado e estaria voando, mas não iria comer alpiste e girassol não, iria comer paçoquinha e bananinha.


quinta-feira, 9 de março de 2023

Eu só queria entender

 Tenho duas características que não classifico como defeitos, uma é a gula e a outra a curiosidade, sendo que a gula sou obrigado a administrar por causa da saúde, mas a curiosidade, vou atrás tentando entender, constantemente recorro ao Google, mas nem sempre entendo.

Todos os dias passo em uma padaria sofisticada de Perdizes para comprar uma baguetinha deliciosa que gosto de comer com queijo, azeitonas ou até azeite e vinagre, e um pão de queijo único, com gosto de queijo, não com aroma artificial como todos os outros inclusive de empresas idôneas.

Os pães de queijo, eu depois de passar álcool nas mãos, já vou comendo a caminho do trabalho, e a baguetinha costumo comer sentado acompanhada de suco de laranja.

Mas, outro dia ao entrar na padaria sofisticada, vi uma placa na parede do lado externo que me deixou curioso, ela dizia:"PROIBIDO POR OS PÉS NA PAREDE".

Então fiquei matutando para quem era direcionado aquele aviso, e com certeza não seria para o manobrista da padaria, porque senão com certeza ele teria sido orientado pessoalmente.

Como no local não é ponto de ônibus, com certeza não é para o público em geral, inclusive nunca reparei ali pessoas encostadas na parede.  Não é normal nós humanos tirarmos os pés do chão, a não ser em situações como a minha, que sento em um local e coloco os pés acima do corpo, sobre uma almofada, para ficar com os pés mais altos e distribuir o sangue no corpo antes de colocar as meias compressivas para varizes.

Divagando, também imaginei o Pernalonga, personagem de desenho animado, andando tranquilamente e naturalmente na parede desafiando as leis da gravidade, como acontece nos desenhos animados.

Mas depois de pensar muito, matutar muito, cheguei a uma conclusão: para matar a curiosidade seria perguntar sobre o aviso para o manobrista que esta sempre na porta, e quando perguntei para ele para quem se destinava o aviso, ele foi contundente em dizer que o aviso era para todo mundo, pois bastava alguém, qualquer pessoa, ficar na calçada que colocava os pés na parede, mas lógico, um pé de cada vez.

Coisas do ser humano né? soluções muito óbvias, ´para resolver situações não muito óbvias.



quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Tempos Modernos

Eu estava encomendando 14 mudas de dracena roxa e 14 mudas de dracena verde, que meu amigo compraria no Ceasa onde ele faz todas as compras para a loja, e de repente ele me perguntou se eu conhecia a cidade de José Bonifácio, e ele ficou espantado de eu falar que conhecia, era a cidade dos doces caseiros encostada em São José do Rio Preto. 

Me perguntou se era longe e eu disse que deveria ser uns 400 quilômetros de São Paulo, e comecei a olhar no Google a distância exata, mas não estava dando certo, o Google falava em 150 quilômetros e eu sabia que não era só isso, e meu amigo disse que iria visitar um casal onde a moça era filha de uma amiga sua lá da Paraíba, e iria levar 400 fraldas de presente porque a moça embuchou na primeira vez que namorou, e isso hoje não é normal, só embucha quem quer.

Disse que no tempo dele la na Paraíba era diferente, as mulheres não tinham conhecimento e embuchavam muito, 10, 15 filhos, e muitos parentes dele mesmo tiveram mais de 10 filhos, mas as coisas eram diferentes naquela época, os meninos eram criados soltos, sem roupa e sem sapato.

Até os 7 anos brincava na rua de terra pelado e descalço, e só foi ganhar um short de feira quando a vizinha alertou sua mãe que ele estava muito grande para ficar pelado.  Como só tinha um short, quando tinha de lavar ele ficava esperando secar ou vestia o short úmido mesmo, e a cor vermelha foi desbotando até ficar cor de rosa.

Imaginei ele pelado, barrigudinho e com a chupeta na boca brincando na terra com um pedaço de pau que era seu carrinho, feliz, e logo iria para a escola e aprenderia contar um, doi, trei, como conta até hoje nos seus 74 anos de idade.

As meninas não andavam totalmente nuas, a mãe comprava um pano de saco de açúcar e fazia uma calçolinha, então pelo menos a parte de baixo estava protegida.

Meu amigo percebeu minha dificuldade com o Google, então tranquilamente pegou seu celular, apertou uma tecla e disse em voz alta:-Google, qual a distancia entre São Paulo e São José do Rio Preto? , e o Google respondeu que era 439,7 quilômetros.

Fiquei com a cara no chão da rapidez dele no celular, e não pedi para ele trazer um doce caseiro de José Bonifácio, porque ainda tenho vergonha na cara.

(em tempo, meu amigo chama-se José Leite da Silva)


terça-feira, 29 de novembro de 2022

Regis nos seus 50 anos de idade gostava de ver e ouvir curiosidades, tanto no Radio, como na TV e na Internet, e falava que depois de uma longa jornada de trabalho queria relaxar com coisas leves que lhe distraísse, não queria coisas de baixo nível, mas não queria se intelectualizar nos momentos de lazer.

Odiava manchetes tendenciosas do Google e da Uol, e achava engraçado as mensagens dos falsos profetas que estavam em todos os canais da TV fazendo milagres e roubando os ingênuos crédulos descaradamente, odiava também os canais que mostravam crimes de toda espécie, narrados por repórteres de baixo calão que alimentavam o público sem cultura.

No Facebook o que irritava eram soluções para resolver problemas, que iludindo o usuário levava-o sempre a comprar remédios milagrosos que quanto maior o volume da compra, mais barato custava e ainda ganhava um relógio fantástico, ou então um livro escrito por um gênio que tinha descoberto algo que cientistas do mundo inteiro ainda não tinham conseguido descobrir.

E assim Regis corria o Facebook como sempre, quando viu um anúncio que dizia: Cure sua diabetes sem remédios, sem atividades físicas, sem sacrifícios alimentares, com uma simples imposição de mãos, e só pague 6 meses após sua glicemia estar em índices normais. Vá a tal endereço para mais informações.

Regis achou interessante o fato de pagar somente 6 meses após a glicemia estar em níveis normais, e ainda não precisava remédios, nem alimentação restrita, nem atividade física, só bastando uma imposição de mãos.  Que diabo seria isso?  Era muito curioso, e ele sabia muito bem o que era diabetes, tomava remédios há mais de 10 anos, e já tinha provado tudo que aparecia, chá de pata de vaca, chá de folha de jaqueira, chá de canela, chá de carqueja, chá de sálvia, chá de melão-de-são-caetano, chá de quebra-pedra, chá de insulina vegetal, chá de moringa, chá de zimbro, enfim essa estória de imposição de mãos parecia algo diferente, será que valeria a pena conferir? , não seria apenas um chamariz?, bom, pelo menos não precisava pagar nada e como Regis não tinha o que fazer naquele dia, resolveu procurar o endereço e matar a curiosidade.

Procurou o endereço e chegou a um pequeno empório de bairro, então achou que estava no lugar errado e perguntou para o velhinho que trabalhava ali sobre o anúncio, então o velhinho chamou um rapaz para tomar conta do estabelecimento e levou Regis para uma salinha ao lado, explicando que era ali mesmo o que ele estava procurando, e perguntou se era ele mesmo que precisava do tratamento, também perguntou se tinha uma religião, se frequentava alguma igreja e finalmente se tinha fé, muita fé.

Regis respondeu tudo positivamente e perguntou o que seria a imposição de mãos, o que o velhinho disse que seria colocar as mãos sobre o paciente, primeiramente tinha que pedir a permissão à Deus para pegar essa energia do espaço e depois transferir essa energia para o paciente, e deixava claro que isso não era feitiço ou buxaria, a imposição de mãos era feita desde sempre por todas as religiões, e era uma coisa tão natural que toda mãe inconscientemente fazia com seus filhos quando esses caiam e se machucavam e vinham chorando, a mãe passava a mão no machucado e dizia que não era nada não, já tinha passado a dor, e a criança sentia a melhora na hora com a doação de amor feita pela mãe.

Regis achou curioso e perguntou para o velhinho se era ele mesmo que fazia a imposição, e ele disse que sim, completando que 6 meses depois da glicemia estar em níveis normais, ele deveria voltar e pagar o valor de 3 salários mínimos, dinheiro que seria destinado a casas de caridade, asilos e orfanatos do bairro, e que não seria ele a se beneficiar com o dinheiro porque na sua idade o rendimento do empório já bastava.

O velhinho fez questão de dizer que não pegaria seu nome, nem seu documento, nem seu endereço, nem seu telefone, e ficaria à sua consciência retornar e pagar, mas alertou que se não voltasse para pagar, sua glicemia voltaria aos antigos índices e ai ele não poderia fazer nada.

Regis aceitou o desafio e disse que aceitava que lhe impusessem as mãos, e se realmente funcionasse, ele voltaria 6 meses depois para pagar o tratamento.

E assim foi, o velhinho mandou Regis sentar numa cadeira, fechou os olhos e se dirigiu mentalmente ao espaço pedindo à Deus que permitisse que ele pegasse a energia com as mãos e direcionasse à Regis.

Regis sentiu um calor no corpo e saiu aliviado, a experiência seria válida, e depois de sair do empório Regis comprou um pote de sorvete para se despedir dos abusos que cometia com os alimentos, e chegando em casa tomou um copo de água e colocou o sorvete no freezer, realmente ele não estava com vontade de sorvete naquele dia, mas na primeira oportunidade iria saboreá-lo. 

Regis passou a fazer refeições mais leves e passou a se sentir melhor, e isso lhe dava muito prazer, e depois de uma semana foi medir a glicemia e ficou boquiaberto, ela estava em níveis normais quando se levantava da cama, e assim foi esquecendo os chás e até o remédio que tomava a tempos foi ficando de lado.  E o tempo passou, e quando se deu conta já tinha passado 7 meses que tinha ido no velhinho para a imposição de mãos, e lembrou que teria de voltar no empório para fazer o pagamento.

Então Regis lembrou da sua alimentação nos últimos meses, e pensou, lógico que a glicemia foi a níveis normais afinal ele é que tinha feito sacrifício para isso, mesmo que não tenha se esforçado nada para isso, a tomada de atitude tinha sido dele, então será que seria justo pagar o velhinho por uma atitude sua?

Realmente não tinha sentido pagar por algo que ele mesmo tinha feito, então seria melhor deixar essa ideia de lado e tocar a vida sozinho como estava tocando, sem mais pensar em alimentação, o que tivesse vontade comeria, não passaria vontade de nada, afinal tinha feito isso no ano anterior e tinha funcionado.

O ano terminou, o outro seguinte estava acabando e  Regis fazendo exame médico na empresa que trabalhava fez aferição de glicemia, e o médico ficou espantado com os níveis, então recomendou que Regis procurasse um endocrinologista o mais urgente possível, que o caso era grave e era perigoso até entrar em coma.

Regis pensou em marcar o endocrinologista, mas pensou antes em ir no velhinho do empório para reclamar da imposição de mãos que não tinha funcionado e pedir uma nova imposição.

O velhinho recebeu Regis e perguntou se ele tinha voltado 6 meses após a glicemia voltar a índices normais ou se a glicemia não tinha nem baixado, e Regis cheio de razão disse que não tinha vindo porque não teve tempo, mas iria pagar o 3 salários agora e queria uma nova imposição de mãos.

O velhinho sorriu e lembrou que ele tinha avisado que se não pagasse no prazo combinado, não poderia fazer nada, aliás, quem teria que fazer algo agora era Regis. Uma nova imposição só poderia ser feita depois de 2 anos, mas na condição de Regis procurar sua igreja, ou estudar o evangelho para exercitar sua fé, e disse que era comum os seres humanos agirem assim, receberem um milagre e não conseguirem enxergar, o ser humano as vezes não se contenta em ser  a imagem de Deus, quer ser o próprio Deus.  Acha que tudo de bom em sua vida á graças a si próprio, não sabe reconhecer e agradecer o bem recebido.

Então lembre-se que agora não precisa pagar nada, vá exercitar sua fé com estudo e oração e volte aqui daqui a dois anos, ai recomeçaremos tudo de novo.

Regis com ar sarcástico disse que então Deus era assim? , dava a energia e depois se não pagasse tirava a energia de volta?, então o velhinho disse que Deus não dá nada e nem tira nada, o que temos é por merecimento, Deus naquele momento da imposição julgou seu propósito e lhe antecipou um livramento, e o ser humano precisa ser humilde para reconhecer um milagre quando recebe.

domingo, 2 de outubro de 2022

A nave pousou?

Depois da semana toda chovendo apareceu um sol tímido mas pareceu maravilhoso, depois de todo cinza finalmente a luz me levou até a calçada para contemplar a beleza.

Descendo a rua vinha um monociclo elétrico com seu condutor em estado de riste, com capacete, joelheira e cotoveleira, com as mãos nos bolsos de trás na calça comprida, e o que chamava a atenção era sua postura estática.

Muito estranho, eu sei que este veículo é mais perigoso que uma bicicleta, pois uma pequena pedrinha no caminho pode fazer um grande estrago, pela falta de freios, pela velocidade que anda, e realmente o condutor parecia um ser extraterrestre. Desceu a rua e foi-se embora.

Logo após uma senhora toda de preto sai da loja e atravessa a rua, a roupa era preta, calça e blusa pretos, mas detalhe: o salto do sapato era quadrado, grande e cor de alumínio, e a impressão que tive era que aquilo era uma bateria de lítio para locomovê-la.

Pensando nos dois casos tive a impressão que eram seres de outro planeta que vieram para coletar informações e explorar nossa tecnologia.

Um sujeito careca de nariz adunco, com óculos de armação colorida e lentes espelhadas chega e começa a falar da maçonaria, pergunta se tenho notícias, ele sempre vem aqui e quando perguntou de um colega de trabalho que tinha sumido, falei que ele era italiano mas tinha ido para Portugal para criar ovelhas e cabras, então toda vez que vem me pergunta se o colega tem mandado notícias.

Tem também o dono de um barzinho próximo especialista em espetinhos, que tem o pescoço curto em função de usar roupas espaciais iguais à escafandro, e  ele faz um baião de dois maravilhoso, de outro planeta, e tenho certeza que ele não aprendeu no Ceará, que diz de onde veio, mas sim de outra galáxia.

Se você já teve a sensação de estar frente a um alienígena, e não quer falar nada, talvez por medo de represálias, então só sorria, e eu vou entender.


domingo, 18 de setembro de 2022

Fofocas Reais

Numa apresentação do rei Roberto Carlos, quando ele cantava a música "Como é grande o meu amor por você", vários fãs que se aglomeravam em frente ao palco fazendo algazarra e tirando a concentração, fizeram o rei perder a paciência exclamando:- Cala a boca porra!

Como o rei é rei e é muito amado por todos, foi perdoado de imediato, afinal são quase 60 anos de reinado com sucesso absoluto.

Porém surgiu um novo rei na Grã Bretanha, com a morte de sua mãe rainha Elizabete, Charles vai para o trono aos 73 anos, depois de esperar uma eternidade para isso.  Mas antes tarde do que nunca e depois de ter um relacionamento com a Camilla Parker, se casar com a Diana e se divorciar alguns anos depois, volta com Camilla casando e agora tornando-a rainha consorte. Com sorte mesmo!

Mas esse rei chegou agora e ficou com inveja do rei Roberto Carlos e sentiu necessidade de também chamar a atenção de todos com um chilique real, e na Irlanda do Norte ao assinar alguns papéis expressou impaciência após  sujar sua mão com tinta, será que seu medo era que quem visse pensasse que a tinta era o sangue azul na mão machucada?

Mas no mundo dos reais muita coisa acontece, e o que chamou a atenção foi que um guarda real desmaiou durante o velório da rainha Elizabete, e o que corre à boca miuda, é que o outro guarda ao lado tinha cochichado que o novo rei iria punir alguém da guarda real, que tinha um caso com sua falecida mãe, a rainha.

Resumindo, ser humano é ser humano, e na corte ou na favela, inveja e putaria é o que impera!